Parte 1: O impacto de um conselho. Pratique a escuta ativa e ajude mais pessoas!

Conselhos ruins podem acabar com um dia, um ano ou uma vida inteira. Jesus Cristo
Conselhos ruins podem acabar com um dia, um ano ou uma vida inteira. Jesus Cristo

Nesse domingo de páscoa 27 de março, fiz uma visita à minha mãe (propaganda descarada! 😀). Depois do jantar, sentamos no sofá para conversar e a TV estava ligada num programa de televisão. Não estávamos prestando muita atenção, pois a conversa estava interessante, até que fizeram a chamada para um novo quadro chamado “Eles decidem”. Assistimos e tivemos uma discussão muito boa sobre conselhos e como faríamos se fossemos orientar a Fernanda.

O episódio conta a história de uma pessoa que tem um sonho ou uma decisão difícil, 20 pessoas a seguem por 1 semana para decidir por ela.

Clique aqui para assistir a reportagem, e depois volte aqui para ler o texto. Em resumo, o quadro trata a história da Fernanda, solteira, com 35 anos que tem como sonho ter um filho e não sabe se a melhor opção é esperar por um pai ou fazer uma inseminação artificial, que custa em torno de R$ 15.000,00. Ela ganha aproximadamente R$2000 por mês e consegue fazer sobrar R$ 960.

A pergunta que é feita no programa é “Será que Fernanda deve fazer uma inseminação artificial ou continuar procurando um parceiro e pai para seu futuro filho?”.

Analisando a reportagem, acredito que posso adicionar outros pontos de vista para o assunto. Principalmente pelo fato de ser uma matéria curta, que deixa em aberto uma discussão muito interessante.

Se você deseja ver uma outra visão sobre essa dúvida e saber um pouco mais sobre:

  • O impacto de um conselho na vida de uma pessoa;

Continue lendo este artigo. E compartilhe com seus amigos!

E fique atento! Amanhã, vou lançar a continuação desse texto com os tópicos:

  • As alternativas que a Fernanda e outras Fernandas por aí tem para se planejar em ter um filho;
  • Como fazer um bom planejamento financeiro nessa fase tão importante da vida.

Que bom que continuou comigo, vamos em frente! 😀

O impacto de um conselho

Diversas vezes em nossas vidas amigos, familiares e pessoas próximas nos pedem um conselho, uma orientação ou uma ajuda. Por mais ou menos importante que você ache que aquele problema é, para esta pessoa pode significar uma mudança grande de vida ou um sonho a ser realizado. Por isso, é importante tomar cuidado não só com o conselho dado, como com a forma com que ele é dado.

Em casos como o da Fernanda, existem 2 formas bastante diferentes de endereçar o mesmo dilema. O primeiro é a forma automática e natural, com julgamento e sem pensar no outro. Já a segunda forma é com empatia, deixando seus julgamentos e preconceitos em casa com o único intuito de dar a melhor solução.

O conselho com julgamento

O mais perigoso desse tipo de palpite, é que geralmente a pessoa que deu o palpite fica com uma sensação de bem-estar e dever cumprido. Isso acontece porque sem perceber e na melhor das intenções a pessoa acha que conseguiu dar a melhor solução e ajudou a outra, quando, na verdade, pode ter acabado com o dia, ano ou vida da outra pessoa.

Ela não prestou atenção se a opinião dela está alinhada com as crenças, valores e objetivos do outro.

O conselho sem julgamento e com empatia!

Essa é a forma mais aconselhável de dar uma orientação nesse caso, pois é feito de uma maneira mais assertiva, colocando-se no lugar do outro, entendendo suas necessidades, sem julgá-la por sua idade, profissão ou relacionamentos anteriores. Além disso, trata o assunto com mais seriedade, afinal, segundo a Fernanda, o sonho da vida dela é ter um filho. Consequentemente, cria mais engajamento da pessoa para realização de um sonho possível ou maior entendimento caso o sonho não seja possível.

Isso mesmo! Nem sempre o desejo de uma pessoa é possível de ser realizado, e cabe a nós avisá-la. Porém, antes temos que nos certificar de que já pensamos em todas as possibilidades de solução, junto com a pessoa, para que ela chegue na conclusão por ela mesma.

Conclusão

Sempre que alguém lhe pedir ajuda, coloque-se no lugar do outro e preste atenção ao problema. Pratique a escuta ativa!

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Fontes:

Link para a reportagem: http://glo.bo/1qagbw6